THE PIXEL PROJECT
4 Abr 09 - 27 jun. 09

Los mundos virtuales equivalen a una verdadera revolución copernicana. Antes, girábamos alrededor de las imagines, ahora vamos girar dentro de elles. Ya no nos contentamos con acariciarlas con la Mirada ni recorrerlas con los ojos. Las penetramos, nos mezclamos con elles e ellas nos arrastan hacia sus vertigos y sus potencies.
Al producir en nosotros la illusion de que podemos entrar en las imagines, como Alicia en las maravillas, los mundos virtuales invaden nuestra corteza cerebral, donde imponem sus leyes y sus juegos. Da ahí surgen vavilaciones abismales, pero tanbién esperanzas de otros lugares y pensamientos" (Philippe Quéau in Lo Virtual, virtudes y vertigos, Ediciones Paidós, Barcelona, 1995).

O Pixel é a menor unidade de uma Imagem, e quanto maior for o número de pixeis, melhor resolução a imagem terá.

O pixel, está situado para lá da imagem, para lá da sua representação, assumindo-se como pura abstracção, puro conceito unificador de uma realidade - a imagem - que se configura no êcran.




Esta realidade é tanto mais credível quantos mais píxies a imagem tiver, quanto maior for a sua definição.

Contrapondo a fotografia química, cuja definição da imagem dependia do nº de pontos e do seu tamanho; ou seja, quanto maior o ponto menor o nº que compunham a imagem, logo menor definição. O processo na imagem digital é um pouco diferente, porque o tamanho do pixel não varia, o que varia é o seu número; quanto mais pixels mais definição da imagem.

A este processo equiparou Donald Kuspit ao impressionismo de Seurat, na qual a pincelada se equiparava ao pixel. Neste sentido, a imagem digital pode ser encarada como uma enorme trama de cores que associadas de determinada maneira configuram uma imagem.

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